
Na vitória contra o Cruzeiro em Porto Alegre, o time do Riograndense mostrou a velha e boa raça periquita em campo. No jogo, não faltou briga, divididas, empurrões e muita vibração por parte dos jogadores esmeraldinos. E não foi uma e nem duas, foram várias vezes que falamos, se o Riograndense pelo menos equilibrar o quesito “pegada” com os seus adversários na segundona, a tendência era que a sua técnica sobressaisse em relação aos demais porque, sabidamente, o time tem uma qualidade superior se comparado com os outros concorrentes a série A, salve alguma rara exceção.
Um dos fatores que podem ter contribuído com a queda do desempenho do time nesta fase, entre tantos a serem verificados, pode ter sido a perda desta característica de impor uma forte marcação. A equipe chegou a ter na primeira e segunda fase, uma das defesas menos vazadas da competição. Estatística que, sem dúvida alguma, contribuiu para o bom desempenho do time, até então.
Neste quadrangular, excluindo o jogo de ontem, quando o time retomou o poder defensivo, em quatro jogos foram quatro gols sofridos, uma média de 2 gols por jogo. Muitos gols para quem almeja algo mais na Série B.
Em um campeonato difícil como a série B do campeonato Gaúcho de futebol é certo que para conquistar uma das vagas na primeira divisão, o clube tem que pensar uma idéia de time começando por um sólido sistema defensivo.
O Riograndense começou a competição com uma defesa bem ajustada, mas, em algum momento do certame, perdeu o “sangue nos olhos”, como gostava de se referir, um grande técnico que passou recentemente por aqui com sucesso, quando me falava sobre a sua cobrança em cima deste fundamento. Nos times deste professor, os caras tinham que dar a vida em uma partida de futebol.
Na capital ontem, contra a equipe da casa não faltou disposição. Parecia que valia a vaga na série A. Não faltou nem sangue, como mostra a foto do volante Gudi que, vai lembrar sempre deste jogo, por conta dos quatro a cinco pontos que leva de um corte no supercílio. E é assim que tem que ser.
Bola pro mato que o jogo é de campeonato.
Pô Alexandre, é só o que falta o Riograndense decolar agora que a corda está no pescoço.
ResponderExcluirQuem sabe a mudança de treinador deveria ter ocorrido antes mesmo.
Que pena para nós que gostariamos de ver um rio-nal na 1ª divisão.
Um abraço Coffi.
Alexandre, esse é o Gandense que todos nós queremos. Raça e técnica a serviço do periquito. Gudi é o simbolo que ainda dá. Acreditem sim, com a fé do Luis Fernando na beira do gramado.
ResponderExcluirParabéns pela transmissão de ontem.
os caras queriam dar espetaculo na segundona meu, dar de taquinho contra os guaranis de bagé da vida. segundona é isso aí tem que dar o sangue se não não sobe irmão. pena que esta atitude que mostraram contra o cruzeiro pode ser tarde demais.
ResponderExcluirDe Grandi, tava te escutando agora no Faisca, gostei do teu comentário, e o blog ta muito bom. Tu ta escrevendo bem guri, alguns errinhos ainda, mas, vc leva jeito. Puxou a veia jornalistica dos De Grandi, hein!?
ResponderExcluirNo melhor estilo Luizinho e Celito de Grandi.
Abração na familia.