Hoje, no Riograndense existem três grupos distintos, posso dizer, três grupos políticos no estádio dos Eucaliptos.
Sim, unidos nas questões de interesse do clube, mas, com filosofias e projetos completamente diferentes um do outro.
Vou descrever quem são os grupos, com os perfis denominados, exclusivamente, por este que lhes escreve. São eles:
PERIQUITOS TRADICIONAIS
PERIQUITOS MODERADOS
PERIQUITOS DE VANGUARDA
No grupo dos Periquitos tradicionais, estão àqueles conselheiros com ligações históricas com o clube e que, mesmo nos momentos mais difíceis estiveram atuando nos Eucaliptos. È um grupo que perdeu espaço com a chegada de novos nomes. Como são tradicionais, são restritivos a alguns processos de modernização no Riograndense.
Idarlei Pereira, Gilberto Carvalho e Norma Rolin são nomes que se enquadram neste perfil. Este é o grupo “pé no chão”.
No grupo dos Periquitos moderados estão nomes tradicionais do clube, mesclando com jovens dirigentes periquitos. Este grupo tem a difícil missão de unir e aparar arestas entre os mais tradicionais e os mais “moderninhos” conselheiros esmeraldinos.
Claudio Zappe, Evandro Zamberlan, José Luis Coden são nomes que se enquadram neste grupo. Eles tem o pé no chão, mas, também projetos arrojados para o clube.
No grupo dos Periquitos de vanguarda encontramos aqueles conselheiros com menos tempo de Eucaliptos se comparado aos demais, mas, não por isso são menos atuantes e importantes para o Riograndense. São os colaboradores que se somaram recentemente ao clube, muitos arrebanhados pelos integrantes do grupo dos periquitos moderados.
Dilson Siqueira, João Provensi, José Luis Quinhones são nomes que se enquadram neste grupo. Possuem idéias inovadoras para o clube com propostas arrojadas de desenvolvimento para o futebol.
Por este perfil deflagrado no Riograndense, temos um cenário de divergência entre os mais tradicionais e os mais arrojados conselheiros. Todos são importantes para o sucesso do periquito.
Diferenças todos têm, o segredo é saber conviver com elas.
Aos mais moderados cabe transitar entre os grupos e minimizar a divisão interna que, sim, também existe nos Eucaliptos.
Pelo visto, um problema que não é exclusividade do estádio Presidente Vargas.
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