
No olhar de cada menino, o sonho em comum: ser um grande jogador de futebol.
Os mais de cento e setenta garotos, entre oito e dezoito anos, com seus humildes materiais esportivos, começaram a trilhar o difícil caminho até um lugar ao sol, no competitivo mundo do futebol profissional. Eles treinam nas categorias de base do Riograndense Futebol Clube.
O projeto foi lançado, oficialmente, nesta quinta-feira, no estádio dos Eucaliptos mas, os trabalhos já acontecem desde julho, quando iniciaram as primeiras peneiras. Trabalho herdado da parceria com o Dolce, no ano passado.
As categorias trabalhadas no Riograndense são: pré-mirim, mirim, infantil, juvenil e juniores.
Diferentemente do seu rival Inter SM, que já entrou em competições oficiais, o projeto do periquito para as categorias de base é de primeiro estruturar o departamento amador em todas as suas categorias, com patrocinadores e apoiadores consistentes, para depois colocar a gurizada em campeonatos.
Entretanto, o supervisor das categorias de base, Luis Alberto Wagner, empolgado com a qualidade dos meninos, diz que pelo menos dez garotos poderão fazer teste no grupo profissional, nesta próxima temporada.
Ele chegou a dizer que o Zezinho (lembram? aquele mesmo que iria para a Europa, pro Benfica...????? Daonde????), hoje, não pegaria nem banco no time juvenil ou júnior.
Um projeto de categoria de base sempre é importante para qualquer clube. Saudamos a iniciativa do periquito. Só não se pode, é achar que de imediato sairão jogadores para serem vendidos para a Europa, por exemplo.
O trabalho tem que ser de longo prazo. Principalmente, para criar uma cultura nos jovens jogadores, de sociabilidade, de convívio, pelo aspecto social e tudo mais, do que com fins lucrativos. Isso vem depois.
O negocio é ter paciência e dar continuidade ao trabalho, que os frutos virão.
E quem sabe, começar a lapidar mais uma jóia rara do futebol brasileiro. Uma, ou várias.
Por que não? Isso vale para o Riograndense e também para o Inter SM.
De certo, alguma coisa evoluiu. Hoje, “habemos” categorias de base na dupla Rional.
Para que serve categoria de base, se quando tem um jogador que poderia ser vendido por um bom preco e sai de graca.
ResponderExcluirVejam o caso do Josiel, exemplo mais recente.
Quanto o clube ganhou?!
E so amadorismo no nosso clube.
Larguei de assistir os jogos e vou parar de ouvir os jogos e comentarios. Nao da mais.
Parabéns ao Riograndense e bons frutos com a gurizada.
ResponderExcluirTrabalhei uns 10 anos com categorias de base em SM e com certeza a cidade possui um potencial enorme, muita criança boa de bola existe em SM e basta dar condições que certamente irão revelar jovens atletas.
Tocastes em um tema importante Alexandre, muito importante, transmitir aspectos sociais e culturais para os jovens, sempre devemos buscar jovens identificados com o clube, com história e com a cidade de SM.
Santa Maria é uma fonte de jogadores, como diriam os "hermanos"... una cantera!!!!
Basta lapidar.
Um abraço Coffi.